Zona de Couros - Património Mundial | 3º aniversário
- Eventos

Zona de Couros - Património Mundial | 3º aniversário
-
- Organização
- Município de Guimarães
- Parcerias
- A Oficina
- Curtir Ciência
- Guimarães 26 | Capital Verde Europeia
- Laboratório da Paisagem
- Sociedade Martins Sarmento
-
- Apoios
- CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura
- Museu de Agricultura de Fermentões
- Fraterna- Centro Comunitário de Solidariedade e Integração Social
- Pousada da Juventude de Guimarães
- Venerável Ordem Terceira de São Francisco
- Vitrus Ambiente EM, SA
- Paróquia de São Sebastião
- Direitos reservados
- Texto e imagem
PROGRAMA 3º ANIVERSÁRIO DA INSCRIÇÃO DA ZONA DE COUROS NA LISTA DO PATRIMÓNIO MUNDIAL DA UNESCO
18 setembro
Exposição "COUROS" na Coleção Da Biblioteca Da Sociedade Martins Sarmento
Local: Sociedade Martins Sarmento.
Horário: de terça a domingo às 09h30-12h30 e 14h30-17h30.
Classificação etária: todas as idades.
Entrada livre.
Patente de 18 a 30 de setembro.
A partir do acervo bibliográfico da Sociedade Martins Sarmento, a exposição procura destacar o notável trabalho artístico das encadernações de livros em couro, publicados em diferentes séculos.
*
9h00-13h00 e das 14h00-17h00
Visita Memória
Local: Curtir Ciência.
Público-alvo: Adultos.
Duração aproxi: 40 mins.
Inscrição gratuita não obrigatória, mas recomendada, para o número 253 510 830 (Curtir Ciência).
Org.: Município de Guimarães / Curtir Ciência
A atividade dá a conhecer a Antiga Fábrica de Curtumes Âncora. O edifício remonta ao século XVII e, quando reabilitado, manteve a traça original e marcas da anterior função, como os tanques, lagares, lagaretas onde se lavavam, surravam, tingiam as peles. Esta visita destina-se particularmente ao público que se interessa pelo Património Arquitetónico Industrial e pela história de Guimarães e da atividade dos Curtumes.
*
10h00 e 15h00
Os Couros no Museu de Agricultura de Fermentões
Local: Museu de Agricultura de Fermentões.
Classificação etária: todas as idades.
Duração aprox: 60 mins.
Atividade sujeita a inscrição prévia, até 14 de setembro, para o sms@msarmento.org ou presencialmente na sede da Sociedade Martins Sarmento.
Org.: Município de Guimarães / Sociedade Martins Sarmento
Parcerias: Irmandade de São Crispim e São Crispiniano e Casa do Povo de Fermentões - Museu de Agricultura de Fermentões.
Visita temática ao Museu de Agricultura gerido pela Casa do Povo de Fermentões, destacando a importância da indústria de curtumes para o fabrico de diversas alfaias agrícolas, ferramentas e maquinaria de outros ofícios tradicionais.
*
10h30
A vida na ribeira de Couros
Local: Tanques de Couros.
Classificação etária: M/10.
Duração aprox: 60 mins.
Inscrição gratuita, obrigatória, até 15 de setembro em: https://forms.gle/d7NjA7ybhgZNcJ7C8 ou nos canais oficiais da Guimarães 26 | Capital Verde Europeia
O Laboratório da Paisagem convida a conhecer a vida na ribeira de Couros, numa viagem sobre os macroinvertebrados, onde participantes recolhem amostras destes organismos e compreendem os métodos de avaliação da qualidade da água através da análise biológica.
**
17h00
Couros: Memória e Futuro
Oficina de Postais Ilustrados.
Local: Largo do Trovador.
Classificação etária: M/6.
Duração aprox: 120 mins.
Org.: Município de Guimarães / Laboratório da Paisagem / Guimarães 26 - Capital Verde Europeia
O Laboratório da Paisagem convida os participantes a registar memórias ou pensar no futuro para aquela área da cidade, através de postais com fotografias da Zona de Couros. Valoriza-se um olhar crítico sobre o uso do espaço público, na visão do passado, presente e futuro.
*
17h00
Inspira, Regista, Ação
Local: Tanques de Couros – frente à Pousada da Juventude.
Duração aprox: 120 mins.
Inscrição gratuita, obrigatória, até 15 de setembro em: https://forms.gle/SdwcaK3JUi32K7eX6 ou nos canais oficiais da Guimarães 26 - Capital Verde Europeia.
Org.: Município de Guimarães / Laboratório da Paisagem/ Guimarães 26 - Capital Verde Europeia
Na iniciativa organizada pelo Laboratório da Paisagem, os participantes serão convidados a descobrir o património histórico e natural da zona de Couros munidos de máquinas fotográficas ou dos seus telemóveis. Aves que pousam em beirais, libelinhas que sobrevoam a ribeira ou insetos que se alimentam em vasos floridos, este passeio convida a um olhar atento sobre a beleza dos pormenores.
*
19h00
Inauguração Exposição “Pela Pele da Cidade”
Local: Jardim da Alameda – Micro Galeria Arte Contemporânea.
Classificação etária: todas as idades.
Org.: Município de Guimarães
Concepção e produção: Fuga pela Escada/MGA Project A Project
Patente de 18 de setembro a 15 de novembro de 2026.
“Pela Pele da Cidade” expõe a Zona de Couros, não só nas suas origens de trabalho de curtumes, onde a matéria-prima sofria fortes transformações, mas como um organismo vivo da cidade, também ele em constante metamorfose.
Convidamos a que experiencie o território numa relação entre matéria, espaço, corpo e memória. Evocamos um passado de gestos repetidos, esforço contínuo e um legado de saber industrial, enquanto celebramos o presente de uma importante superfície viva de Guimarães.
A colaboração entre os artistas convidados Soraia Oliveira (artista visual), Gonçalo Fontes (fotógrafo) e Daniel Kickflip (tatuador) resulta em três diferentes núcleos:
- Matéria Viva, por Soraia Oliveira, explora o couro, a água e a madeira. A artista torna o seu corpo numa superfície de experiência sensorial e transformação, lembrando a memória física do trabalho dos curtumes, sentindo o passado.
- Arquiteturas da Memória, por Gonçalo Fontes, reflete sobre a Zona de Couros como uma pele exposta, um espaço urbano em transição entre a ruína e reabilitação. A sua fotografia revela a cidade enquanto corpo com vestígios de uso, abandono e reinvenção.
- Corpo, Trabalho e Tempo, por Daniel Kickflip, estabelece um paralelo entre o corpo tatuado e a pele curtida, ambos transformados por atos repetidos. O artista relembra a dureza do trabalho físico, entendendo cada marca na pele como memória e permanência.
*
21h30
Concerto “Dar voz às pedras e à Água”
Atividade inserida na programação oficial Guimarães 26 - Capital Verde Europeia
Local: CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura.
Duração aprox: 40 mins.
Classificação etária: M/6.
Org.: Município de Guimarães
“Dar Voz às Pedras e à Água” é um espetáculo comunitário multidisciplinar inspirado na memória do Rio de Couros e no seu papel na construção da identidade de Guimarães. Através da música, da narração e do movimento, cruza canções, memórias orais e práticas tradicionais ligadas ao rio e à antiga indústria, tendo como pano de fundo o filme Rio de Couros (1981), curta-metragem com texto de Santos Simões. Entre património, memória e criação artística, o espetáculo convida o público a redescobrir a relação entre a água, a pedra e a história da cidade.
Direcção artística: Marisa Oliveira
Produção: ACCG - Associação Coral e Cultural de Guimarães
Músicos:
Pedro Oliveira - percussão
Simão Neto - piano
Solistas: Vozes d'Elas
Coro: Coro En'Canto
Programa:
Hino dos Surradores e Curtidores de Couros - Composição original [Tema encomendado para a edição 2026 do Festival Co(u)ros]
Fui-te ver 'stavas lavando - Tradicional
Ó ladrão que te vais embora - Tradicional
Choradinha - Tradicional
Acordai - Fernando Lopes-Graça
Quem tem Medo é o Papão - Tiago Simães
Canção de Embalar - Zeca Afonso, arr. Osvaldo Ferreira
Este Linho é Mourisco - Tradicional
Pinga com Limão - Arr. Wagner Franklin
Shosholoza - Tradicional Zulu
Bridge Over Troubled Water - Paul Simon
Praise His Holy Name - Gospel
19 setembro
09h
Peregrinar das águas
Local: Laboratório da Paisagem.
Duração aprox: 240 mins.
Inscrição gratuita, obrigatória, até 15 de setembro em: https://forms.gle/u7NdAHFrz6opYTPy9 ou nos canais oficiais da Guimarães 26 - Capital Verde Europeia.
Org.: Município de Guimarães / Laboratório da Paisagem / Guimarães 26 - Capital Verde Europeia.
Peregrinar das Águas é uma experiência artística, comunitária e de sensibilização ambiental que propõe uma caminhada performativa ao longo do Rio de Couros, desde a sua foz, na confluência com o Rio Selho, até à nascente.
Ao longo do percurso, Rosana Pereira, Bruna Freitas e Sofia Machado, conduzem momentos de escuta e silêncio, caminhada consciente e movimento, canto coletivo e sonoridades ligadas à água através do barro, cruzando também a memória histórica e ambiental do território.
O projeto convida a uma vivência sensível do rio, procurando devolver centralidade à água enquanto elemento essencial à vida urbana e despertar a consciência para a preservação da ribeira.
Etapas do Percurso:
09h00 — Ponto de Encontro (Laboratório da Paisagem)
· Acolhimento dos participantes e Enquadramento do Percurso
Etapa 1: Foz do Rio Couros com o Rio Selho – Hortas Pedagógicas
· Movimento Orgânico;
Etapa 2: Hortas Pedagógicas – Shopping/Hospital
· Som do Barro;
Etapa 3: Shopping – Zona de Couros
· Reflexão Ambiental e Escrita
Ø Pausa no mercado para lanche da manhã
Etapa 4: Zona de Couros – Lavadouros Campo da Feira
· Performance Coletiva
Etapa 5: Lavadouros Campo da Feira – Parque da Cidade
· Voz do Corpo
13h00— Chegada (União das Fontes no Parque da cidade)
· Oferendas ao Rio e Círculo Final
Ø (OPCIONAL) Segue-se um almoço partilhado no parque da cidade, que poderá ser transportado pela equipa de apoio, que auxiliará também ao longo de todo o percurso.
*
10h00
Da Capela De São Crispim e São Crispiniano às Antigas Manufaturas de Curtumes
Percurso pelo Património Classificado pela Unesco
Locais: Capela da Irmandade de São Crispim e São Crispiniano, Largo do Retiro, Rua Egas Moniz, Alameda de São Dâmaso e Rua de Couros Rua de Couros, Largo do Trovador e Largo do Cidade.
Duração aprox: 60 mins.
Classificação etária: todas as idades.
Atividade sujeita a inscrição prévia, até 14 de setembro, para o sms@msarmento.org ou presencialmente na sede da Sociedade Martins Sarmento.
Org.: Município de Guimarães / Sociedade Martins Sarmento
A visita proporciona aos participantes o conhecimento das instalações onde funcionou a corporação dos ofícios de sapateiro, surrador, curtidor e tamanqueiro, bem como a cozinha e outras dependências onde é confecionada e servida a tradicional Ceia dos Pobres (ou Ceia de São Crispim) na noite de Consoada - 24 de dezembro, numa manifestação de solidariedade social que remonta a 1315.
O percurso abrange também os lugares de comércio e de trabalho ligados à indústria de curtumes - o Largo do Retiro, a Rua Egas Moniz, a Rua de Couros, o Largo do Trovador, Largo do Cidade - com o testemunho de pessoas que viveram e trabalharam nessa atividade.
*
10h00
Oficina “Da Pele ao Couro”
Local: Curtir Ciência.
Público-alvo: Famílias com crianças dos 6 aos 14 anos.
Duração aprox: 60 mins.
Inscrição gratuita obrigatória, até 17 de setembro, para 253 510 830 ou geral@curtirciencia.pt
Nota: Atividade só se realizará com mínimo de 10 inscrições.
Org.: Município de Guimarães / Curtir Ciência
Ao longo da história, o uso da pele e do couro foram fundamentais para a sobrevivência e desenvolvimento do ser humano. O tratamento do couro, curtimenta, inicialmente manual e rudimentar, evoluiu com a mecanização durante a revolução industrial. Hoje, a indústria do couro combina técnicas tradicionais com inovações tecnológicas para produzir uma vasta gama de produtos, mantendo a relevância histórica deste material essencial.
Nesta oficina os participantes viajam pela história do Couro e entendem a importância que este produto teve, e continua a ter, para o ser humano.
*
10h30
Couros Verde: Natureza Escondida no Património Mundial
Local: Jardim da Fraterna.
Classificação etária: M/10.
Duração aprox: 90 mins.
Org.: Município de Guimarães / Laboratório da Paisagem / Guimarães 26 - Capital Verde Europeia
A Zona de Couros é reconhecida pelo seu património industrial e cultural, mas também alberga um importante património natural. Nesta caminhada interpretativa organizada pelo Laboratório da Paisagem, os participantes descobrem a relação entre as árvores, a água, a biodiversidade e a história deste território, compreendendo o papel da infraestrutura verde na melhoria da qualidade ambiental e na adaptação às alterações climáticas.
Ao longo do percurso serão realizadas demonstrações de medição da temperatura superficial em zonas arborizadas e expostas ao sol, evidenciando o contributo das árvores para o conforto térmico urbano. A atividade incluirá ainda a identificação de espécies arbóreas com recurso ao Guia das Árvores do Laboratório da Paisagem.
Aliando património, ciência e paisagem, proporciona-se uma nova forma de conhecer Couros.
*
11h00
Curtir o Nosso Mapa
Local: Casa da Memória de Guimarães.
Classificação etária: M/6.
Duração aprox: 90 min
Bilhetes: 3€ | Os bilhetes devem ser adquiridos na BOL.
Lotação: 20 pax (incluindo os acompanhantes das crianças).
Org.: Município de Guimarães / A Oficina – Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães, CIPRL.
Cada um de nós tem dentro um mapa pessoal dos lugares por onde passou. O participante é convidado a cartografar memórias desses lugares, de forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for!
Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães.
*
12h30
Receitas de Família
Local: Casa da Memória de Guimarães.
Classificação etária: M/3.
Duração aprox: 180 mins.
Bilhetes: 10€ | 7,50€ (crianças até aos 8 anos). Lotação limitada.
Para esclarecimentos sobre as ementas e os ingredientes, e/ou nota de constrangimentos ou alergias alimentares, por favor contactar através do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Org.: Município de Guimarães / A Oficina – Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães, CIPRL.
As receitas são uma parte essencial do património afetivo de famílias de todos os pontos do globo.
Memórias são construídas a partir do lugar mágico em volta do balcão, do forno, da mesa. Em Guimarães habituamo-nos a ouvir falar de arroz pica no chão, rojões à minhota ou do delicioso toucinho do céu, entre outras iguarias que são muito mais do que sabores, são veículos de memórias, de vivências, de laços que perduram por gerações. Os participantes são convidados a juntarem-se à mesa para fazer o que verdadeiramente liga as pessoas: comer, beber e contar histórias. A mesa posta na Casa da Memória regressa aos sabores minhotos com uma receita deste território.
*
15h00
Percurso "Memórias da Zona de Couros"
Ponto de encontro: Porta principal Curtir Ciência.
Público-alvo: famílias ou adultos.
Duração aprox: 75 mins.
Inscrição gratuita obrigatória, até 17 de setembro, para 253 510 830 ou geral@curtirciencia.pt
Nota: Atividade só se realizará com mínimo de 10 inscrições.
Org.: Município de Guimarães / Curtir Ciência
O percurso "Memórias da Zona de Couros", convida os participantes a desvendar a riqueza cultural desta antiga zona industrial, mergulhando nas diferentes etapas do processo de produção do couro e descobrindo algumas das estruturas remanescentes associadas a esta indústria. Através de uma experiência enriquecedora, haverá a oportunidade de conhecer em detalhes a história e a influência cultural da produção de couro na região
*
15h30
Dar Voz à água e às pedras – Património e Educação: o papel dos museus na relação com a comunidade
Local: Curtir Ciência.
Classificação etária: M/6.
Duração aprox: 100 mins.
Oradores:
Maria João Vasconcelos | Ex. Diretora do Museu Soares dos Reis e do Museu de Alberto Sampaio
Maria de Lurdes Rufino | Atual Diretora do Museu Alberto Sampaio
Helena Pinto – Investigadora e professora, doutorada em Ciências da Educação e Mestre em Património e Turismo.
Moderação de Elisabete Pinto.
Org.: Município de Guimarães / ACCG - Associação Coral e Cultural de Guimarães
Propõe-se a continuidade da abordagem feita na conversa guiada realizada em 2025, com a organização de um encontro dedicado ao papel dos museus na defesa e divulgação do património. Tendo presente a ação do Museu de Alberto Sampaio há 50 anos na sensibilização para a preservação da área das antigas manufaturas de curtumes de Guimarães, a iniciativa permitirá confrontar o passado, o presente e o futuro do envolvimento das comunidades na proteção e valorização do património cultural.
*
17h00
Percurso Co(u)ral
Local: início no Curtir Ciência
Classificação etária: M/6.
Duração aprox: 75 mins.
Coro En’Canto, Corué e Modern Choir
Org.: Município de Guimarães / ACCG - Associação Coral e Cultural de Guimarães
Os coros não são apenas vocais – são comunidades. Representam os mestres de ontem, os artesãos de hoje, as novas gerações que herdam e recriam. À medida que avançam, passam um símbolo, uma palavra, um som – o testemunho – criando uma corrente de memória que percorre todo o bairro.
Esta arruada não é apenas um espetáculo: é uma marcha viva de identidade. Um cortejo sensorial onde o património material e imaterial se manifesta em vozes, objetos, sons e movimentos. Um percurso que liga o passado ao presente e o local ao mundo, numa rede de cidades que partilham o mesmo desejo: preservar, celebrar e reinventar o património da humanidade.
Couros torna-se, assim, uma partitura viva. Um território onde cada paragem é um ato de escuta, cada passo é uma homenagem, cada voz é uma promessa de continuidade.
*
19h30
Concerto Co(u)ral nº1
Local: Igreja de S. Francisco.
Classificação etária: M/6.
Duração aprox: 60 mins.
Corué [Cidade de Évora] e Orfeão de Guimarães.
Org.: Município de Guimarães / ACCG - Associação Coral e Cultural de Guimarães
O CORUÉ - Coro da Universidade de Évora, foi fundado a 11 de abril de 1983, pelo saudoso Professor Manuel Ferreira Patrício. Atualmente sob a direção artística do Maestro Pedro Nascimento, é composto por alunos, funcionários docentes, não docentes e investigadores, atuais ou que já passaram pela Universidade de Évora, e por algumas pessoas externas à instituição, contando com trinta e cinco elementos, aproximadamente, que participam de forma regular nas atividades do coro.
O CORUÉ tem por missão estatutária atuar nos eventos da Universidade, mas a sua atividade estende-se a iniciativas da cidade e da região, e tem participado inclusivamente em concertos internacionais.
_____________________
O Orfeão de Guimarães iniciou atividade no dia 8 de janeiro de 1917, ano esse em que deu o seu primeiro concerto em Guimarães. Nos seus mais de cem anos de atividade musical, teve algumas interrupções que sempre soube ultrapassar. Traçaram um caminho de concertos nacionais e internacionais, mantendo atividade no concelho de Guimarães em iniciativas como a comemoração do seu centenário em 2017 e o Festival de Música Religiosa de Guimarães.
Desde 2022 é seu diretor artístico e musical Joel Carlos Magalhães Azevedo, participando sob sua direção, no projeto Tutti All'Opera, no âmbito do programa IMPACTA.
[Orfeão de Guimarães]
Nossa Senhora Faz Meia - M. Faria
Coro das Maçadeiras - M. Faria
O Milho da Nossa Terra - F. Lopes-Graça
Canção Alentejana (Não Quero que Vás à Monda) - M. Faria
Pu’lo Pé no Batateiro - J. Santos
Ó Mar Alto - M. Faria
[Corué]
Aya Ngena Siyahamba – Tradicional Zulu
Siyahamba - Tradicional Zulu
Mar português – M.F. Patrício
Haja o que houver – P.A. Magalhães/E. Carvalho
Loucos de Lisboa – J. Gil /J. Alves
Wade in the water – Espiritual Negro
Burden Down – Espiritual Negro
Everybody Sing Freedom – Espiritual Negro
Can’t help falling in love – G. Weist/Efrind Dengse
*
21h30
Concerto Co(u)ral nº 2
Local: Igreja de São Sebastião - Dominicas.
Classificação etária: M/6.
Duração aprox: 60 mins.
Modern Choir [Cidade de Madrid] e Grupo Coral de Azurém.
Org.: Município de Guimarães / ACCG - Associação Coral e Cultural de Guimarães
O Modern Choir, fundado em 2022 por Marina Rubio, pretende demonstrar que a música coral não pertence a nenhum género específico, mas sim a uma forma de sentir a música.
Com sedes em Madrid, Valência e Alicante, a sua abordagem rompe com o conceito tradicional de formação coral e leva para o palco um repertório que vai desde o pop, rock e música dos anos 80 ao gospel, indie, música espanhola e êxitos atuais, transformados através de arranjos vocais criados pela encenadora especificamente para o projeto. No Modern Choir, a voz é apenas o início: a interpretação, o movimento, a encenação, a coreografia e a estética fazem parte de cada performance.
_______________________
Fundado em 1952, o Grupo Coral de Azurém deve ao Padre José Fernandes a sua solidificação e ao Cónego Dr. Manuel Faria, grande compositor de música Sacra, a sua projeção a nível nacional e internacional. Atualmente, a direção artística encontra-se a cargo do Professor Adriano Gonçalves, contando com a colaboração de jovens ensaiadores, nomeadamente Guilherme Moreira.
Conta com uma longa lista de expressivas atuações em cerimónias religiosas, algumas transmitidas pelos grandes canais televisivos nacionais, assim como um número de atuações internacionais. Organiza e participa em Encontros de Coros por todo o país.
[Grupo Coral de Azurém]
Lascia Ch’io Pianga - G.F.Haendel
Ave Maria - William Gomez
Con Te Partiró - Francesco Sartori
Foi Deus - Alberto Janes
Balada de Outono - Zeca Afonso
Amor a Portugal - Ennio Morricone
[Modern Choir]
The Greatest Showman
Folclóricas
El sitio de mi recreo
Beautiful Things
Revelations
20 setembro
15h00
Pátios do Bairro - Edição Especial
Local: pátio do Curtir Ciência.
Classificação etária: todas as idades.
Duração aprox: 180 mins.
Org.: Município de Guimarães
Conceção/Produção: Fuga Pela Escada / Freebeats
O Curtir Ciência conta com uma edição especial do projeto Pátios do Bairro, que celebra a Zona de Couros através de um momento de diálogo entre a sua tradição de indústria industrial, o património e a experimentação artística multidisciplinar.
Os três criadores, num encontro entre património, arte contemporânea e gastronomia, refletem sobre transformação da matéria, memória e cidade.
- A instalação artística de José Teibão transforma materiais antigos (tecidos, madeira, cera e objetos encontrados) num trabalho que evoca memória, as marcas do tempo e se relaciona com a história de Couros.
- O Chef Christian Rullán, do Restaurante Le Babachris, acrescenta convivialidade, partilha e uma valorização do produto local, numa degustação inspirada na identidade do território.
- A harpa de Angélica Salvi explora novas possibilidades de sonoridade, numa experiência contemplativa e uma atmosfera imersiva de respiração e natureza. Explora musicalmente a relação entre arquitetura, acústica e memória.
*
18h00
Arraial
Local: Hall das Salas de Ensaio do Teatro Jordão.
Classificação etária: M/6.
Duração aprox: 90 mins.
Org.: Município de Guimarães
ARRAIAL é uma criação comunitária que cruza música, dança e participação, celebrando as tradições festivas de diferentes culturas presentes na cidade. A partir da recolha de músicas tradicionais, o projeto transforma memórias e patrimónios imateriais em novas composições, num encontro entre passado e presente, tradição e contemporaneidade. Em palco, juntam-se a Outra Voz, músicos da Sociedade Musical de Pevidém, alunos da Academia de Bailado de Guimarães, alunos de Português para não falantes da Escola Francisco de Holanda e a comunidade em geral, numa celebração coletiva, inclusiva e aberta à participação do público.
Direção artística: Carlos A. Correia, Vítor Castro
Codireção artística: Guilherme Moreira, Madalena Gonçalves
Coordenação de movimento: Maria R. Soares
Composições e arranjos: António José Martins e Clélia Colonna
Equipa de ensaiadores da Outra Voz: Guilherme Moreira, Madalena Gonçalves, Ana Cláudia Mendes, Margarida Lopes
Participantes: Academia de Bailado de Guimarães, Sociedade Musical de Pevidém, alunos de Português para não falantes da Escola Francisco de Holanda e comunidade em geral
Programa:
Nho Antone Escaderode
Autoria / Origem: Tradicional (Cabo Verde)
Intérprete de referência: Cesária Évora
O Ferreiro
Autoria / Origem: Tradicional (Portugal)
Marching Bell (Ponte musical - aprox. 1 min) + Composição Eletrónica
Autoria / Origem (Marching Bell): J. P. Sousa (Marcha Americana)
Autoria (Composição Eletrónica): Clélia Colonna
O arraial somos nós
Autoria / Origem: Criação Coletiva (Obra Original)
Referência: Projeto "Outra Voz"
Shto Mi e Milo
Autoria / Origem: Tradicional (Macedónia)
Dobadoira
Autoria / Origem: Tradicional PT (Recolha)
Referência: Projeto "Outra Voz"
Xi Yang Yang (Ponte musical - aprox. 1 min) + Composição Eletrónica
Autoria / Origem (Xi Yang Yang): Tradicional (China)
Autoria (Composição Eletrónica): Clélia Colonna
Asa Branca
Autoria / Origem: Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira
Intérprete de referência: Luiz Gonzaga
El Golpe de mi Tambó
Autoria / Origem: Tradicional (Colômbia)
Apita o Comboio / Kurikutela (Rapsódia)
Autoria / Origem: Música de José Luís Gonçalves (Apita o Comboio) / Folclore Angolano (Kurikutela)
Intérpretes de referência: Zimbro / Duo Ouro Negro
Guantanamera
Autoria / Origem: Joseíto Fernández / José Martí
Intérprete de referência: Tradicional (Cuba)
Ninguém, Ninguém
Autoria / Origem: Mike Tinsley e Peter Yellowstone (Letra PT: António José)
Intérprete de referência: Marco Paulo
Organização:
Município de Guimarães
Parcerias:
A Oficina – Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães, CIPRL.
Curtir Ciência
Guimarães 26 | Capital Verde Europeia
Sociedade Martins Sarmento
Laboratório da Paisagem
Apoios:
CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura
Museu de Agricultura de Fermentões
Fraterna- Centro Comunitário de Solidariedade e Integração Social
Paróquia de São Sebastião
Pousada da Juventude de Guimarães
Venerável Ordem Terceira de São Francisco
Vitrus Ambiente EM, SA